SEGURANÇA PÚBLICA APREENSÃO DE CIGARRO
Enquanto o Brasil jogava, a PRF marcava contra o contrabando: homem é preso com 5 mil maços de cigarros na BR-487
Combate ao contrabando segue intenso na fronteira...
29/06/2026 19h10 Atualizada há 4 meses atrás
Por: Lúcio Freire dos Santos
Combate ao contrabando segue intenso na fronteira

ALTO PARAÍSO (PR) – Enquanto milhares de brasileiros acompanhavam a partida da Seleção Brasileira pela Copa do Mundo, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) entrou em campo contra o crime e apreendeu uma carga de aproximadamente 5 mil maços de cigarros contrabandeados do Paraguai, na tarde desta segunda-feira (29), na BR-487, em Alto Paraíso, no Noroeste do Paraná.

A abordagem ocorreu durante uma fiscalização de rotina. Os policiais pararam um GM/Vectra e, ao se aproximarem do veículo, constataram que ele estava completamente carregado com cigarros de origem paraguaia.

O motorista confessou ser o proprietário da carga e informou que faria a entrega no município de Amaporã (PR). Durante a verificação, a equipe da PRF também constatou que o homem já possui antecedentes pelo mesmo tipo de crime, evidenciando reincidência na prática do contrabando.

Após a contagem, foram apreendidos cerca de 5.000 maços de cigarros, que seriam distribuídos na região, alimentando o mercado ilegal e causando prejuízos à arrecadação de impostos e ao comércio regular.

O condutor foi preso em flagrante. Ele, juntamente com a carga e o veículo utilizado no transporte, foi encaminhado à Delegacia da Polícia Federal em Guaíra, onde responderá pelos crimes previstos na legislação.

Combate ao contrabando segue intenso na fronteira

A apreensão reforça o trabalho permanente das forças de segurança no corredor de fronteira entre o Paraná e o Paraguai, região considerada uma das principais rotas de entrada de produtos ilegais no país. As ações da PRF têm provocado sucessivos prejuízos às organizações criminosas envolvidas com o contrabando e outros crimes transfronteiriços, dificultando a atuação das quadrilhas que exploram a fronteira para abastecer o mercado clandestino.